blogzine da chili com carne

sexta-feira, 1 de Agosto de 2014

ccc@Feira.Morta.III

cartaz de Amanda Baeza

Sim vamos lá claro, o que se pode fazer em Agosto em Lisboa?
+ info aqui

quarta-feira, 30 de Julho de 2014

TERMINAL TOWER @ Treviso Comics Fest + Amplifest



I define Inner Space as an imaginary realm in which on the one hand the outer world of reality, and on the other the inner world of the mind meet and merge. Now, in the landscapes of the surrealist painters, for example, one sees the regions of Inner Space; and increasingly I believe that we will encounter in film and literature scenes which are neither solely realistic nor fantastic. In a sense, it will be a movement in the interzone between both spheres. J.G. Ballard


A transformation occurs on the CCC Collection with the release of its 16th volume. If during 14 years we intercalated a literature book with a graphic one (usually with Rafael Dionísio's books and the comics anthologies), this editorial logic or even the distinction between those two formats is now overrun by the intrinsic nature of Terminal Tower by André Coelho and Manuel João Neto.

Terminal Tower's creative process between artist and writer is positioned outsite the traditional comic book logic, in which there is a script to be adapted to sequential drawings. In this case, having the premiss of a man seculded in a tower in a state of alert, the book was developed simultaneously by both authors.

With the tower as a starting point, Coelho developed some drawings from which narrative ideas were taken and potentiated new illustrations which in their turn ran the all the narrative indefinitions forming a creative spiral.

The book's central theme is a delirium triggered by paranoia, without making clear if the engage of the tower's mechanisms is real or if it lies in the mind of the isolated man, since nothing seems to work in this ruin of the future. It can be traced references to the derelict worlds of Enki Bilal, J.G. Ballard (1930-2009) and Industrial music – it's not by mere chance that both authors also colaborate in Sektor 304 project.

Released at the Comics Festival of Beja with an exhibition of the originals on the 31st May 2014 ... exhibition at El Pep Gallery (July) and in September at Treviso Comics Fest and October at Amplifest (Oporto) ...

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ISBN: 987-989-8363-27-5
144p. b/w + colour, 16,5x23cm
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PVP : 15 euros (50% discount to journalist and stores)
BUY @ CCC online shop, Sarvilevyt (Finland), La Central (Spain)...
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Some pages:

Terminal Tower - exposição em Treviso e no Amplifest!!!




I define Inner Space as an imaginary realm in which on the one hand the outer world of reality, and on the other the inner world of the mind meet and merge. Now, in the landscapes of the surrealist painters, for example, one sees the regions of Inner Space; and increasingly I believe that we will encounter in film and literature scenes which are neither solely realistic nor fantastic. In a sense, it will be a movement in the interzone between both spheres. J.G. Ballard

Com este 16º volume da Colecção CCC dá-se uma transformação na própria colecção. Se entremeávamos um livro de literatura por um gráfico logo a seguir, durante 14 anos, com quase sempre com os livros do Rafael Dionísio e quase sempre com as antologias de BD, a natureza da obra deste novo livro Terminal Tower de André Coelho e Manuel João Neto, deixa de fazer sentido a nossa lógica editorial ou até a distinção dos formatos dos livros literários dos gráficos.


Terminal Tower teve um processo criativo entre o artista e o escritor fora da lógica da banda desenhada - em que há um argumento para ser adaptado para desenho em sequência. Assim sendo, as ideias do livro foram sendo construídas em simultâneo pelos dois autores, tendo como premissa a de um homem isolado numa torre em estado de alerta.

Partindo dessa torre, Coelho foi criando alguns desenhos que despoletaram ideias narrativas e que potenciaram outros desenhos que por sua vez geriam as indefinições das narrativas que rodeiam esse contexto, numa espiral criativa.

A ideia central do livro é o delírio engatilhado pela paranóia, sem que se perceba se o despertar dos mecanismos da torre é real ou se existe apenas na cabeça do homem isolado na torre, pois nada parece funcionar, tudo parece uma ruína do futuro em que se cruzam referências decadentes aos universos de Enki Bilal, J.G. Ballard (1930-2009) e da música Industrial - não tivessem os dois autores ligados a esse tipo de música através do projecto Sektor 304.

Historial: lançado no dia 31 de Maio no Festival Internacional de BD de Beja com exposição dos originais ... seguido de outras exposições na El Pep / Imaviz Underground (Julho) e em Setembro estará no Treviso Comics Fest e no Amplifest (Porto) ...

Feedback: (...) Depois da bomba, os estropiados – depois da expilação nuclear, os mutantes. A monstruosidade é uma sátira cruel à diversidade, uma fantochada feita de ruído. Não tem beleza. Não tem significado. A não ser a beleza do aleatório e o significado que decidimos impor. Criar relevo é inventar significados: vivemos numa realidade imaginada, mas as ficções que criamos não são mentiras, são exofenótipos – não se pode ser humano sem uma torre, mas aceitar a torre é aceitar o monstro. Aceitar o apocalipse. Nada é mais fácil. David Soares / Splaft! ... (...) a NASA tinha inventado o super-negro. (...)  é a BD que está a ir mais longe na busca de um super-negro psicológico, virtual… (...) Logo ao olhar para a capa somos chupados para o seu negrume, que se vai adensando ao longo das primeiras páginas. Percebemos de imediato que estamos num cenário bélico, pré ou pós-apocalíptico… Rui Eduardo Paes / Bitaites ...  Neste livro experimental os códigos da BD são levados a um extremo próximo da abstracção. Não é simpático para o leitor, pois deixa quase tudo em aberto e descarrega nele imagens fortíssimas e acutilantes. (...) Um dos traços da maturidade do género é a amplitude de um campo de expressão que vai do pueril intencional ao questionar dos limites, zona de fronteira onde este Terminal Tower tão bem se insere, mais próximo de uma sequência pictórica do que da narrativa linear. Lendo-o, ou sendo mais preciso, construindo mentalmente uma possibilidade ficcional a partir da iconografia, ressoava-me na mente o ruído elegante do noise industrial (...) Mais do que uma história, este livro é uma experiência do tipo mancha de Rorschach. Vê-se o que se espera, mas também se vê o que se sente no íntimo. E sublinho: contém ilustrações de tirar o fôlego, que se destacam no absoluto preto e branco mate do papel impressão mas se vistas no tamanho real e media original ainda são mais deslumbrantes. Artur Coelho / Intergalatic Robot

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ISBN: 987-989-8363-27-5
144p. p/b + cores, 16,5x23cm
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PVP : 15 euros (50% desconto para sócios CCC, lojas e jornalistas) à venda na loja online da CCCMundo Fantasma, Matéria Prima, Louie Louie (Porto), BdMania, NAU, El Pep, New Approach Records, Utopia e brevemente na FNAC, Letra Livre, Artes & Letras,...
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Exemplos de páginas:

terça-feira, 29 de Julho de 2014

Black Super Power

Daniel Ausente
Aristas Martínez; 2012

Serão estas coincidências arquitectadas pelo Baron Samedi? Enquanto lia este livro descobri a existência destes trabalhos académicos neste blogue e preparava com a Camarada Crizzze um novo álbum de BD para a MMMNNNRRRG de um artista sul-africano...
O livro trata-se de um ensaio sobre a condição do "herói negro" na cultura Pop. O objecto em si pode ser adquirido separadamente ou também numa caixa de vários livros de literatura e BD sobre "Blaxplotation espanhola" - um conceito naturalmente absurdo e assumido como um gozo intelectual.
Ausente teve ligações com a saudosa revista Mondo Brutto e que são bastante óbvias dada a informação nerd + cultura enciclopédica que aqui se encontra mas sobretudo pela sua escrita ligeira e divertida.
O autor faz um percurso da forma como o negro tem sido desprezado na cultura popular norte-americano e europeia, desde os "pulps" à BD e ao cinema, conseguindo criar algumas teorias bem interessantes sobre este tema, diga-se, sem cair em erros politicamente correctos e afins... É um livro que bem vale a pena a leitura, por isso quando forem a Espanha invés de irem comprar churros gordurentos, passem antes por uma livraria e peçam-no antes que esgote! Isto é que é comida para o cérebro! Dica, a editora é de Badajoz, fácil fácil fácil de sacar um exemplar!
Black is back!

segunda-feira, 28 de Julho de 2014

Os 500 paus de 2014!

Os cinco membros do Juri desta edição do concurso interno da CCC, Toma lá 500 paus e faz uma BD já decidiram sobre o projecto vencedor!

E o vencedor é o trabalho Móraria de autoria de José Smith Vargas, livro que irá reunir seis "ensaios gráficos" sobre a "gentrificação" do bairro lisboeta da Mouraria, alguns em parceria com o escritor Miguel Castro Caldas. Composto por 49 páginas será lançado em 2015 na Colecção LowCCCost e cujas primeiras 24 páginas já podem ser vistas aqui:



Foram entregues seis propostas para este concurso, menos duas que a edição anterior mas como afirmamos no ano passado, este concurso tem como objectivo fazer um livro o que obriga a uma maior organização e trabalho da parte dos concorrentes do que fazer apenas 4 páginas - como é normal noutros concursos de BD em Portugal e no estrangeiro.

Tendo havido menos tempo entre os dois concursos o saldo continua a ser positivo porque continuamos a receber boas propostas! Mas oo contrário do ano passado em que o Júri dividiu-se nas votações, a escolha sobre José Smith Vargas foi unânime!!!

O trabalho foi escolhido não só pelas qualidades dos textos, narração e desenhos mas também pelo tema social e político que lhe está inerente: a lenta destruição de um bairro popular em Lisboa disfarçada de "progresso", "animação de rua", "estímulos económicos" e outras tretas que visam apenas tirar os mais pobres de uma zona catita no centro da capital para depois colocar condomínios fechados, hotéis, lojas "gourmet" e casas de Fado para turista ver e algumas esquinas para os betos vomitarem sardinhas com cervejas. A Associação Chili Com Carne tinha de incentivar um projecto destes, de imortalizar esta BD na vã esperança que não se repitam estes erros urbanos.

A Associação Chili Com Carne agradece a todos os sócios que participaram nesta segunda iniciativa.

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Sobre o autor vencedor deste segundo concurso:



José Smith Vargas [n. 1981, Lisboa] Frequentou durante o ano de 2000 um curso de banda desenhada na Fundação Calouste Gulbenkian e licenciou-se em 2007 em pintura na Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha. A partir daí distanciou-se do universo das artes plásticas (leia-se arte contemporânea) para operar em terrenos mais transversais e comunicativos como o cartaz, a ilustração, a BD, o mural e o design.

Desde muito cedo que colabora com a Chili Com Carne - desde a seminal antologia Mutate & Survive (2001) até à recente Zona de Desconforto - e nas revistas Buraco e Alambique; e publica uma prancha regular no jornal Mapa.

Em 2011 integra a pequena produtora Associação Terapêutica do Ruído onde produz cartazes para concertos e outros materiais gráficos - ainda na área da música, participou em várias bandas como Mal D'Vinhos, Focolitus e Casal de Leste. Desenvolve oficinas na área da banda desenhada. Tem em preparação uma adaptação de reportagens do escritor Raul Brandão.

QCDA #1000 [nota de imprensa]


Zé BurnayRudolfoAndré Pereira Afonso Ferreira fazem BD em Portugal (LOL).

Cansados de andar por aí cada um para seu lado, a editar a sua cena em formatos betinhos, os Quatro Chavalos Do APOPcalipse decidiram reunir-se sob a benção da editora Chili Com Carne para uma antologia de BD à séria, em que cada um faz mais uma vez o que lhe dá na real gana, mas desta vez em glorioso formato A3.

Falamos do QCDA#1000, claro, que reúne quatro histórias de quatro páginas cada, com um alcance de temáticas que vai desde a prevenção do acne existencialista ao comentário da sociedade mágico-equestre contemporânea, passando pela exploração das várias correntes de arquitectura necromântica e pela análise comportamental de altas patentes do exército quando confrontadas com criaturas lendárias.





Historial : este COMIX/zine/XXL foi lançado no Angoumerde Fuck Off 2014 e em Portugal no Festival Rescaldo ... exposição de originais no Anicomics 2014 ...
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Capa a cores + 16p. impressas a roxo no formato A3
Design: Rudolfo
ISBN: 978-989-8363-23-7
Apoio do IPDJ e Wormgod  
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PVP: 7€ (50% desconto para sócios da CCC, jornalistas e lojas) + 3€ (despesas de envio) ... À venda na nossa loja online e nas lojas Fatbottom Books (Barcelona), Kingpin BooksBdMania, B Shop / Museu Berardo, Artes & Letras, Feira da Poesia e BD, El Pep, Pó dos LivrosRough'Nough e Abysmo (Lisboa), Lambiek (Amsterdão), Ediciones Valientes (Espanha), Mundo Fantasma (Porto), LAC (Lagos) e NAU (Caldas da Raínha). Brevemente na Letra Livre.
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Feedback : uma óptima iniciativa que se devia repetir, regularmente. Faz favor. Planeta Satélite ... 

sexta-feira, 25 de Julho de 2014

exposição TERMINAL TOWER na EL PEP / Imaviz Underground até 25 de Julho


Quem não foi ao Festival de BD de Beja ver os originais de


de André Coelho e Manuel João Neto

poderá ver em Lisboa a sua versão AMPLIADA, mais concretamente na



quinta-feira, 24 de Julho de 2014

NECROmancia EDITOrial II - Milhões de FESTA - YEAH!

cartaz de Hetamoe

Epá!
com a iniciativa
Necromancia Editorial,
um mercado de livro & zine & disco independente
porque neste Festival de Rock o público não sabe apenas "rockar",
também lê, desenha e discute!

Um festival Rock não é um acampamento de Zombies
como se provou no ano passado
e por isso lá estaremos outra vez no carismático 
Palco Taina, do dia 24 ao 27, entre as 15h e as 20h
a mostrar uma selecção de materiais internacionais que vão deste psicadelismo ortodoxo,
africanismo light, anarquia intelectual, grafismos porcos, sexualidades expansivas, contos desafiadores
e ainda música out out out!

Tal como no ano passado irão acontecer algumas surpresas em relação a promoções especiais e isso, caragu!

terça-feira, 22 de Julho de 2014

Seitan Seitan Scum / ESGOTADO


O número #22 do zine Mesinha de Cabeceira edita trabalhos de projectos frustrados pela inércia alheia e uma série de novos trabalhos vindos do outro lado do Atlântico sobre o tema das "Seitas"
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Chegou em 2010 numa altura que Portugal recebeu o decadente representante da Seita Seminal - a que criou as estruturas repressoras mais complexas da História da Humanidade. O Papa Rammstein fez de Portugal o seu penico católico e os portugueses nem piaram. Fecharam a Baixa Lisboeta para ele poder mijar disparates e o Estado português subserviente e salazarista deixou os seus Ministérios serem fechados, bem como escolas, universidades, bibliotecas e tudo o que é "seu" e ainda mandou rebocar carros para que o Papa Mais Feio de Sempre ("por cada pecado cometido, uma ruga te marcará a cara", como está escrito na Bíblia Sagrada!) possa sujar as nossas ruas com a sua legião de beatas pestilentas
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A única hipótese de salvar o país seria se o Representante Máximo do Porco Nazareno tivesse trazido a Peste Negra que lhe deve estar naqueles genes de Rato Negro e dizimasse todos os tontos que lhe cortejam. Mas o Universo é injusto e cruel e isso não acontecerá...

Restou-nos publicar o Seitan Seitan Scum
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Depois de mil atribulações, em que os editores do projecto já achavam que haveria uma Cabala contra o livro, conseguimos reunir ilustrações (muitas) e BD's (poucas) dos portugueses Bruno Borges, Pepedelrey, Filipe Abranches, Pedro Zamith (capa), Mulher-Bala, Jorge Coelho, André Lemos, José Feitor, João Maio Pinto, Daniel Lopes, João Tércio, Ricardo Cabral, e ainda cartuns de Silas - a representar a ala Protestante, bem como o Panque Roque do Senhor (ele pertence à banda Pontos Negros e outros projectos FlorCaveira)
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Do Brasil surgiram muitas propostas de bd vindas dos colectivos mais dinámicos do momento como o pessoal das revistas Prego (Chico Fêlix, Guido Imbroisi e Alex Vieira) e Samba (Gabriel Mesquita, Gabriel Góes e LTG), e do colectivo Pégassus Alado representados por Biú, Roberta Ramos e Stevz, e que nos visitaram em 2008 no evento Brucutumia. Também temos o Fábio Zimbres - excelente grafista e responsável pela extinta mas muito influente revista Animal - que desenhou uma história de Marte (Loverboy, NM), argumento escrito para outro projecto frustrado
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Por fim, temos ainda o norte-americano satânico-que-baste e polémico Mike Diana que numa BD decide homenagear a banda portuguesa industrialita Bizarra Locomotiva! Os originais, aliás, já tinham sido apresentados no evento Furacão Mitra, em Dezembro de 2008 na sua visita papesca, e nunca chegamos a perceber porquê a razão de tal coisa... aliás, não se percebe nada deste livro!
Amén!
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60p A4 a cores. edição brochada.
ISBN: 978-989-8363-00-8.
co-edição El Pep e Chili Com Carne
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Historial: lançamento a 20 de Maio 2010 na loja Trem Azul / Chiado After Work com a presença de alguns dos autores ... 3º prémio do Slowcomics Best Fanzine 2010 pela Fundação Franco Fossati (Itália) 
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Feedback: uma excelente antologia de histórias em quadrinhos, colagens, cartuns e ilustrações que falam – ou emitem pensamentos telepáticos – sobre as mazelas das religiões como um todo – ou como a própria contra capa resume, descrença secular. Nada recomendado para os de fraco estômago e os mais ortodoxos. Amém. Pula Pirata ...
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exemplos de trabalhos (Stevz, Mulher-Bala, Mike Diana e Daniel Lopes):

segunda-feira, 21 de Julho de 2014

500 paus 2 /// Milhões atrapalham 500 paus! (é falso mas soa bem!)


A segunda edição do concurso 500 paus fechou a recepção de trabalhos na data prevista - ou seja no Domingo passado - recebendo seis interessantes propostas para livros de BD de oito autores.

No entanto, o anúncio do resultado poderá atrasar-se para dia 28 de Julho porque alguns elementos do Júri estarão na Necromancia Editorial - um mercado de edição independente no Festival Milhões de Festa.



Andava a BD portuguesa deprimida devido à sua crónica falta de iniciativa até que esta cosmopolita Associação Chili Com Carne lançou a ideia de um concurso para fazer um livro em Banda Desenhada.

Esta ideia do concurso é tão boa que realmente ficámos a pensar porque não nos lembrámos dela antes?

Passados alguns meses depois do sucesso da primeira edição, decidimos avançar com a nova edição do concurso interno Toma lá 500 paus e faz uma BD!
 Mais que um vencedor o que nos interessou o ano passado é que graças a este  concurso foram-nos apresentados novos autores que não conhecíamos... Sedendos por mais não quisemos esperar! 
Eis de volta o concurso "500 paus" com algumas melhorias,  mas a ideia continua a ser a mesma - compensar monetariamente quem produza BD de autor e ainda editar o livro vencedor, que todos gostaríamos de ler!

Instruções (não muito complicadas):
Para quem? 
Para Sócios da CCC com as quotas em dia - não é sócio? então é clicar neste LINK.

O prémio é monetário? 
É sim! 500 paus! 500 Euros!
Para além de que o trabalho será publicado!
E, para a próxima edição, o vencedor é convidado a fazer o cartaz e a integrar o júri!

Quem decide o vencedor?
Uma parte da actual Direcção da Associação Chili Com Carne e o vencedor da edição passada - a saber: Francisco Sousa Lobo (autor e vencedor da edição anterior), Joana Pires (designer da MMMNNNRRRG e da colecção LowCCCost), Marcos Farrajota (Presidente da Associação, autor e editor), Margarida Borges (membro da Direcção e designer) e Rafael Dionísio (escritor). 
O Júri reserva-se o direito de não atribuir o prémio caso não encontre qualidade nos trabalhos propostos.

Datas?
20 de Julho é a entrega dos projectos!
27 de Julho é anunciado o vencedor!
O livro é publicado em 2015!

 Regras de apresentação dos trabalhos
- O livro não tem limite de páginas e de formato mas porque desejamos inseri-lo nas nossas colecções já existentes - Colecção CCC, QCDA, LowCCCost (de viagens), THISCOvery CCChannel (de ensaio, embora ainda não tenhamos editado nada em BD nesta colecção), etc... por isso o projecto terá mais hipóteses de ganhar se for apresentado num formato das colecções.
- Preferimos o preto e branco mas a cor não está totalmente afastada!
- Envio do seguinte material:
a) texto de apresentação do(s) autor(es),
b) sinopse do projecto
c) planeamento por fases (com datas)
d) envio de 20% do total da BD, sendo que o mínimo serão 4 páginas seguidas acabadas e 16 planeadas.
- Todos estes elementos devem ser entregues em PDF, em serviço de descarga em linha (sendspace, wetransfer,...) cujo endereço deve ser enviado para o e-mail ccc@chilicomcarne.com

Que projecto afinal pode ser apresentado? 
- Uma BD longa de um autor ou com parceiros
- Um livro com várias BDs do mesmo autor (desde que tenham uma ligação estética ou de conteúdo)
- Uma antologia de vários autores com um tema comum

Boa sorte!
CCC
Este projecto têm o apoio do IPDJ e da Trem Azul